
Aprendeu a voar com muita facilidade: estava na sua natureza.
Gostava de voar liberto nas asas da imaginação, e os seus voos pareciam não conhecer limites.
Certo dia, quando finalmente compreendeu, tinha voado já para muito, muito longe, e nunca mais foi capaz de regressar.
[A moral desta história é prudente e cautelosa. Deve manter-se entre a realidade e a ficção uma distância segura, nem demasiado pequena nem demasiado grande.]
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