quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009


Aprendeu a voar com muita facilidade: estava na sua natureza.

Gostava de voar liberto nas asas da imaginação, e os seus voos pareciam não conhecer limites.

Certo dia, quando finalmente compreendeu, tinha voado já para muito, muito longe, e nunca mais foi capaz de regressar.

[A moral desta história é prudente e cautelosa. Deve manter-se entre a realidade e a ficção uma distância segura, nem demasiado pequena nem demasiado grande.]

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