sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009


O mestre disse com rispidez a um aluno que lhe pedia orientação : “Ó pá, vai mas é cagar à mata!”
Todos os presentes riram a bom rir, e nunca as gargalhadas lhes haviam soado tão sérias e tão profundas.
O interpelado é que não gostou mesmo nada, mas percebeu a mensagem, e defendeu-a a partir daí com paixão.
[O que dizemos nunca será ouvido se não for sentido primeiro.]

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